Quarta-feira, 15 de Julho de 2009

Museum für Naturkunde - Berlin

Os museus de história natural são sempre um ótimo passeio deste lado do mundo para quem se interessa minimamente pelo assunto. Porque além de vários animais empalhados que foram estudados por décadas, inclusive animais extintos como o dodô, neles encontramos esqueletos de dinossauros. E, bem… eu pareço criança de tão empolgada quando vejo essas ossadas gigantes!

Já comentei rapidamente aqui a propósito do de Paris, cuja galeria da evolução é muito, muito interessante, e tem um bom número de esqueletos; do de Londres, mais interativo, perfeito para crianças, com as reproduções de dinossauros que se mexem e rosnam (rosnam? dinossauros rosnam?) e a lembrança imediata de Jurassic Park; visitamos o de Viena, que passou batido no blog, mas vale à pena a visita (embora os esqueletos de dinossauros sejam reproduções). E eu ainda não falei do de Berlim!
 
O Museum für Naturkunde (Museu de História Natural) de Berlim impressiona logo depois da entrada, com um hall onde dinossauros imensos estão lado a lado. Além das exposições sobre diversos animais, meteoritos e afins, conta com um dispositivo para se deitar num sofá e visualizar a origem do universo. Neste ano, como não poderia deixar de ser, também sedia uma exposição sobre Charles Darwin em comemoração aos 200 anos de seu nascimento (já mencionei que se o Lumpy tivesse um irmãozinho eu gostaria de chamá-lo de Darwin? Pois é, mas o Vinny acha estranho. Ainda bem que teremos apenas meninas =).






Cabeça de T-Rex



Um ótimo passeio não apenas para quem ficou obcecado por dinossauros em algum ponto do 1° grau :)

Onde: Invalidenstraße 43 (U-Bhf. Zinnowitzer Straße)

Horários de abertura: de terça à sexta das 9:30 às 17 h; sábados, domingos e feriados das 10 às 18 h. 

Quanto: €6, €3,50 tarifa reduzida (mais informações aqui)

Domingo, 5 de Julho de 2009

Meme Day

A querida Fernanda, dona de um blog cheio de literatura, passou-me um meme, e minha amiga Dessa me passou o mesmo e mais um. Então vamos ao « meme day »!

O primeiro, Esse Blog me faz Sorrir, me deixou toda boba. Obrigada meninas!


A regra é falar de 7 coisas que me fazem sorrir. Vamos a elas:


1- Olhar para o Vinny e não precisarmos dizer nada. O fato de conhecermos o humor e o que o outro está pensando apenas pelo olhar me faz sorrir genuinamente.
2- Assistir a uma apresentação do Lumpy. Esse purple baby elephant é muito talentoso.
3- Despirocar revisando um texto 20 vezes e descobrir que não, não deixei passar uma vírgula fora do lugar.
4- Falar diariamente com as minhas amigas, nem que seja para dar um oi. Mas quando dá certo de todas se falarem ao mesmo tempo vai muito além do sorriso!
5- Passear por lojas gourmet e supermercados *_*
6- Brigadeiro na panela.
7- Estar no meio de uma viagem.

O segundo é um beauty meme! Claro, porque eu não gosto nada de maquiagens e creminhos ^^



E as perguntas são:

Sombra favorita: uma só? Sério? Difícil, mas fica o paint pot Delft, como a Dessa. Mas do quinteto Stylish Move da Dior eu não desgrudo também.

Delineador: prefiro lápis. Preto waterproof da Dior esfumaçado ou o MAC Powerpoint Forever Green.

Máscara: estou num período de transição. A de que eu mais gostei foi a Lash Queen Waterproof da Helena Rubinstein, mas estou procurando cortar marcas que fazem testes em animais (buhhh, L'oréal). Depois da Lash Queen veio a Diorshow Blackout, bleeeee. Então fica a Exceptionnel da Channel como favorita.


Produtos que eu mais uso diariamente: sabonete facial Fresh Farmacy da Lush, hidratante com FPS 30 Linea Pelle (próprio para peles mistas e oleosas), Diorskin Forever, Past Erase da Benefit, pó translúcido da Chanel, Nars Orgasm e máscara. E Météorites. E demaquilante da Avène (lotion démaquillant douceur)… Er, apenas o essencial, certo?


Base: para o dia a dia, Diorskin Forever. Mas para mim a Icône é imbatível!


Blush: Orgasm da Nars e Grand Duo da MAC.


: Chanel poudre libre fini naturel.


Batom: prefiro gloss (eu sei, sou démodée, ok?)


Descrever seu look: clássico, com detalhes românticos. Adoro preto, verde e roxo (não ao mesmo tempo, claro, hahaha)

E uma vista dos essenciais:


Necessário, somente o necessário, o extraordinário é demais… :P



Indico para (e podem escolher qual deles vocês querem, ou ambos, ladies :)

Camy (sim, Flickr também vale!!!)
Ana do Azáfama

Nah do Necas
Angie do Joaninha Bacana
Patti do Rica e Linda!
Carolina do A Vida é cheia de som e fúria
E Fernanda do Flautista, que tem o segundo meme para encarar :)

xx



Sexta-feira, 3 de Julho de 2009

Verão e o Checkpoint Charlie

O verão chegou e de forma arrasadora. Não dá nem para se concentrar direito com o calor que está fazendo, então alguns passeios são muito bem-vindos.

E, no ano em que se comemora 20 anos da queda do Muro, várias reformas chegaram ao fim em Berlin, enquanto outras começam (acho que levará algumas décadas para a cidade deixar de ser um canteiro de obras). Enfim tenho fotos do Checkpoint Charlie sem as reformas ao seu redor que o estragavam de qualquer ângulo!

Um dos principais pontos turísticos que relembram a triste divisão da cidade, não por sua grandiosidade ou apelo comercial, mas por seu valor histórico, o Checkpoint Charlie* era um dos pontos de passagem entre a Alemanha Oriental e a Ocidental e se tornou um dos símbolos da Guerra Fria. 


Em 1961, cerca de 20% da população da Alemanha Oriental já havia fugido do regime soviético, quando então foi erguido o muro. O Checkpoint C(harlie) era um dos pontos de passagem, localizado no cruzamento da Friedrichstraβe, Mauerstraβe e Zimmerstraβe.

Foi palco de fugas que chegaram a ser cômicas, como quando pouco após sua construção e ainda com insuficiente segurança, um homem dirigindo seu conversível se aproximou da cancela e se simplesmente pulou para o outro lado. Outro bateu seu carro contra a cancela e escapou em seguida para junto dos aliadoa.

Mas, em 1962, o adolescente Peter Fechter tornou-se um marco trágico da Guerra Fria estampado nos jornais, pois ao tentar fugir pelo Checkpoint Charlie foi baleado pelos soviéticos. Como caiu ainda dentro do território oriental, os soldados aliados não podiam buscá-lo sem serem alvejados, e os soviéticos, temendo tornarem-se alvos (um soldado havia sido morto por um aliado dias antes), demoraram uma hora para retirar seu corpo, que ficou jogado na barreira.



O espaço hoje foi reconstruído, com a casa dos guardas e o muro que dividia o setor expostos no Museu Aliado. Pode-se mesmo tirar fotos com os falsos guardas e estampar o passaporte com um carimbo da DDR.


*Denominação aliada, de Checkpoint C. Outros checkpoints : A(lpha) na cidade de Helmstedt e B(ravo) em Dreilinden.

Havanna (o doce, não a cidade)

Certa vez me disseram que se eu não havia provado Havanna, eu não sabia o que era alfajor. Damn, a pessoa estava certa!

Algum tempo atrás uma amiga muito querida enviou-me vários sabores, deixando-me louca ao ver uma caixinha tão protegida repleta de doces (na boa? eu troco qualquer refeição por doce).


Confesso que os de chocolate não fizeram minha cabeça, mas o de doce de leite coberto por merengue e o de chocolate branco com recheio de doce de leite e nozes são um perdição. *suspiros*

Já experimentaram?



Edit: para a Angie e todos os interessados, é argentino, mas vende no Brasil aqui. Eu cheguei a ver apenas uma vez em uma loja de produtos latinos aqui em Berlin :) (mas o doce de leite sempre tem! é muuuuuito bom :o)



Post totalmente sem patrocínio, recomendando essa coisa deliciosa porque, bem… é deliciosa.



Domingo, 28 de Junho de 2009

Berlin e seus ursos

Escolher como souvenir de viagem um ursinho com a bandeira da cidade visitada faz mais sentido em Berlin. O próprio nome da cidade carrega urso (bär) em suas origens, e sua bandeira ostenta o urso marrom (que teve seu lugar ameaçado pelo polar Knut):




Não é à toa que Knut, o ursinho abandonado pela mãe e criado pelo tratador, tocou o coração dos berlinenses. Não há quem não o ame, e mesmo os ursos representantes da cidade ficaram meio esquecidos.





O mascote do Hertha BSC é um urso e, com o time de hockey local, não poderia ser diferente. Os Berliner Eisbären (ursos polares de Berlin) foram mais uma vez campeões nacionais pela na temporada 2008-2009.





E a relação da cidade com o urso resultou no projeto United Buddy Bears, que desde 2001 cria ursos em tamanho natural representando cada país reconhecido pela ONU. Artistas plásticos locais foram convidados para traduzir na pintura dos ursos seu sentimento nacional, criando obras com significados interessantes.

Os Buddy Bears têm como mote a promoção da paz e da harmonia mundial. Com as patas para cima, eles formariam um círculo, “mão com mão”, no qual um tocaria o outro, simbolizando tolerância. E os ursos ficaram viajados: a coleção completa circulou pelos cinco continentes; esteve recentemente em Montevidéu e já passou por Hong Kong, Istanbul, Tokio, Sydney, Viena e Jerusalém, entre outras metrópoles.



Buddy Bears no Cairo em 2007 (fonte)


Buddy Bears em Viena, em 2006 (fonte)

Buddy Bears em Berlin, em 2006 (fonte)



Uma exposição com Buddy Bears em sua versão mini ocorre atualmente no Europa Center:




Mini Buddy Bear do Brasil

Mini Buddy Bear da Alemanha

Mini Buddy Bear da Irlanda

Mini Buddy Bear dos EUA

O projeto foi um sucesso tão grande, que hoje os temas das pinturas vão além dos retratos nacionais. Os ursos podem ser encontrados mesmo em lojas e hotéis, além de em pontos turísticos. Suportam causas como o combate à crueldade contra os animais e suas vendas já destinaram mais de €1.500.000 a instituições que ajudam crianças.

Podem não ser selvagens que rodeiam a cidade, de onde surgiu o nome, mas os ursos estão aqui por todos os lados.


Sexta-feira, 19 de Junho de 2009

Genève, Genf, Geneva, Genebra

Os crêpes em Genebra são maravilhosos, especialmente os da Muller’s Factory. Almocei-os em todos os dias e são os mais gostosos que eu já comi, com uma massa que desmancha na boca. Tirando os crêpes e meu congresso, que foi a razão de viajarmos até a cidade, talvez Genebra seja a cidade européia que mais nos decepcionou.


Mesmo não indo até lá para fazer turismo, no pouco tempo livre pudemos conhecer a cidade. Umas três vezes. Sério, há tão pouco a se ver e fazer que, a não ser que você seja protestante e queira seguir os passos de Calvino na cidade, o que não era nosso caso, esqueça. Nem a sede da ONU é grande coisa. 


A cidade velha é bacana, sem ser extraordinária, e exige um pouco de exercício:




Como neste ano comemoram-se os 500 anos do nascimento de Calvino, a cidade preparou várias manifestações para marcar a data. A catedral de St. Pierre, ponto alto da cidade antiga, foi palco das pregações do reformador e apresenta uma miscelânea tão grande de estilos, construções sobre construções, que levou a nos perguntarmos se era ali mesmo. Sim, era.






A place du Molard é uma área bastante agradável, e dois ou três restaurantes tem suas cadeiras lado a lado. Mas o atendimento é bastante diferente. O Ristorante Molino chegou a ser irritante, tamanha a arrogância de quem não deve nem saber o que é uma estrela Michelin e age com pretensão. Já o Pub Nelson, além de ter garçonetes "normais", oferece boa cerveja feita no próprio bar, além de, pasmem, batatas fritas. Vocês têm idéia do quanto é raro achar por estas bandas algo tão simples quanto a combinação cerveja e batata-frita? Fora o olhar atravessado quando perguntamos por elas em alguns lugares. Bizarro, muito bizarro.



Enfim, comida super simples e bom atendimento superam de longe o vizinho Molino.



Algo que nos chamou a atenção foram os quase imperceptíveis jogos de xadrez e damas na Promenade des Bastions, logo em frente ao teatro.





Um dos pontos turísticos mais famosos da cidade é o relógio de flores. Sem muita graça para quem fez algumas excursões da escola quando criança para ver o de Curitiba.





A melhor coisa para se fazer na cidade: sentar em frente ao lago e relaxar. O jato de água estava desligado todas as vezes que passamos pelo lago, não sei se porque estava ventando muito, o que foi chato, afinal, é “o” cartão postal da cidade. O Vinny matou a vontade de sentir cheiro de mar, o que já foi suficiente.



Suíços mesmo, não sei se vimos algum. Talvez todos tenham se mudado para Berna. Mas o principal quando eu penso em Suíça foi devidamente foi encontrado: 




E a maratona de viagens deste semestre acabou, ufa. Viajar é maravilhoso, mas quando se tem de fazê-lo, e tão seguidamente, é cansativo. De volta à programação normal :)

Quarta-feira, 10 de Junho de 2009

Château d'Amboise

Amboise tornou-se residência real sob Charles VIII e François I, o grande rei da Renascença francesa, recebendo no castelo vários artistas europeus que disseminaram a influência italiana do período. Foi cenário de muitas festas e do desenvolvimento da noção de civilidade e cortesia na corte, com personagens marcantes passando por seus salões.




Sala do Conselho



A Chapelle Saint-Hubert, onde hoje está a tumba de Leonardo da Vinci, servia como capela privada dos soberanos. Os vitrais, que mostram cenas da vida de Louis IX (São Luís) foram trocados em 1952 e dão cor a este recinto intimista.





A pequena construção, que possui vários detalhes góticos dos quais apenas ao vivo pode-se ter idéia de sua riqueza, é famosa por abrigar a sepultura de Leonardo da Vinci, que faleceu em Amboise em 1519. A residência de da Vinci, o Clos Lucé, do qual falei no último post, possuía uma ligação subterrânea com o castelo!





Ao longo dos séculos o castelo de Amboise foi ampliado, trocou de mãos, e teve mesmo 80% demolidos! No final do século XIX chegou a ser transformado em um asilo e somente após longas décadas de restauração ficou pronto para receber a horda de turistas que invade esta cidadezinha acolhedora. Comparado ao que já foi, pode ser hoje pequeno por fora, mas é cheio de história.








Do alto das muralhas têm-se uma vista panorâmica da cidade e pode-se admirar os telhados nada harmônicos, mas cujo conjunto é encantador:




Neuschwanstein pode ser o castelo mais bonito que já visitamos, mesmo pelos Alpes ao fundo que deixam o quadro de tirar o fôlego. Mas Amboise... por todos que passaram por suas portas, pela enormidade de seus feitos... decididamente se tornou meu favorito.

Sexta-feira, 5 de Junho de 2009

Amboise

A pequena cidade de Amboise tornou esta uma de minhas viagens favoritas. Há tantas casinhas adoráveis, lojas que são uma perdição e um povo simpático e acolhedor (que não gosta dos parisienses, precisa de mais?), que nos mostraram uma outra face da França.








O pequeno château du Clos Lucé foi a última morada de Leonardo da Vinci, que morreu nela em 1519. Procurou-se preservá-lo e restaurá-lo a fim de expor o ambiente de trabalho e de inspiração de um dos maiores gênios de seu tempo – bem, de todos os tempos.





Chegamos pouco tempo antes de pegar o último ônibus de volta a Tours, então não pudemos aproveitar a visita ao parque, no qual estão espalhadas várias invenções de da Vinci, para o desfrute das crianças (pequenas e grandes). Mesmo o parque e os jardins foram projetados seguindo paisagens que aparecem nos quadros e desenhos do mestre. Mas fica a dica para quem passar por lá!






Os restos mortais de da Vinci estão depositados no castelo de Amboise, a algumas centenas de metros do Clos Lucé, que merece um post apenas para ele ;)

E, como não poderia deixar de ser, lembranças comestíveis, que duraram pouco mas cujo gosto não dá para esquecer. Além de um bom tempo na principal loja local de bolachas, com uma longa desgustação. Estou viciada nos caramels au sel de Guérande :o


Domingo, 31 de Maio de 2009

Les cuisines de Chenonceau

Finalmente de volta. Fotos de Genebra sendo passadas para o pc, e eu ainda falando do Val du Loire, mas zuzu bem :)


As cozinhas do Chenonceau merecem um post à parte, porque me deixaram maravilhada. Podemos imaginar como as pessoas ali trabalhavam, como pratos eram preparados e levados de um lado para outro. Seção de carnes de um lado, com vários cutelos e cabeças de animais nas paredes, antigo depósito de víveres, área para preparar pão, grandes lareiras, copa, fogões com panelas de bronze reluzentes... Pouca coisa é propriamente do século XVI, mas o passeio maravilha qualquer entusiasta por cozinha!


O forno de pão

Vista "aérea" de uma das cozinhas

Forno à lenha e lindas panelas de cobre

Pudins, flans e ancestrais do muffin

A parte outrora sangrenta das cozinhas

Em breve meu favorito, Amboise!

Segunda-feira, 25 de Maio de 2009

Château de Chenonceau

O castelo de Chenonceau foi construído sobre o rio Cher, no século XVI, e sua história, tão interessante, já foi contada pela Angie aqui. Desde que eu li sobre essa antiga residência real soube que tinha que conhecê-la!












O castelo, tomado pela realeza como pagamento de impostos atrasados pela família que o ergueu, foi dado de presente por Henri II para sua favorita, Diane de Poitiers. Abaixo, vocês podem conferir o quarto dela, com uma rica tapeçaria, e seu retrato:







Na lareira pode-se conferir o H, de Henri, e o C, de Cathérine,
que, entrelaçados, formam o D, de Diane.


Mas Diane não se limita a habitar o castelo, ela o torna uma propriedade geradora de rendas e o embeleza como nunca antes. Quando seu amante protetor morreu, naturalmente ela foi convidada a se retirar pela rainha, a maquiavélica Cathérine de Médicis (a mãe da Margot). E Cathérine não ficou atrás de Diane no cuidado com a residência; ela mandou construir a galeria sobre a antiga ponte de Diane, e tornou-a salão de baile, inaugurado em 1577 em honra de seu filho, então rei, Henri III.





Esta mesma galeria foi transformada em hospital durante a Primeira Guerra por seu proprietário, e também serviu durante a Segunda Guerra como rota de escape, pois uma das portas levava à Zona Livre, enquanto o resto do castelo se encontrava na Zona Ocupada.

O quarto de Louise de Lorraine, esposa de Henri III, foi reconstituído em tons fúnebres, com objetos que lembrariam o luto da rainha pelo assassinato de seu marido (aposto que os « amigos » deste rei ambivalente sentiram mais sua falta do que ela, mas deixa quieto…)





Os jardins do castelo também são interessantes e mostram o toque de Diane e de Cathérine, mas ainda não estavam floridos… mas o labirinto continua lá:





Além de várias telas interessantes estarem expostas no castelo, de Rubens e Correggio, entre outros, há um gabinete apenas com pinturas e desenhos do próprio château:



Representação da representação

Uma visita para ficar na memória:



Sexta-feira, 22 de Maio de 2009

Ratatouille strikes again

Na última ida para Paris, advinhem qual notícia me chama atenção de imediato?



« Pizza Hut entrega pizza com peperoni e rato morto ». Em Paris, claro. O pior foi a rede afirmar que não era culpa sua. Ok, a culpa pode ser do chiqueiro (aka loja), mas a responsabilidade é sim da rede.

Ao menos, descubro que não é só comigo que acontece essas coisas. Mas meu caso ainda foi menos traumático, afinal, eu me recusei a ficar com a comida da Brioche Dorée.

E viva a vigilância sanitária!